BEDA

Playlist: MEGH STOCK #BEDA5

05:26

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Acidez + Força + Voz Marcante = Megh Stock.

"A luxúria é um pecado capital (Pecado principal), ou seja, um pecado mais forte que segundo a doutrina católica, serve de "porta" para levar a outros pecados."(via) E além disso, é o nome da banda onde a Megh Stock se lançou na música. Letras ácidas, vomitadas (no melhor sentido), caras e bocas: essa é Megh. E como diz em seu site oficial:
"Para conseguirmos traduzir o que Megh Stock faz com a música, temos que abandonar o medo de ouví-la. Pois ela canta o que mata de um jeito que salva."



Infelizmente, a banda acabou. Porém, antes disso, abriu todos os shows da banda Evanescense, em 2007. Participou de vários festivais, como: MADA (Natal-RN), Porão do Rock (Brasília-DF), Go Music (Goiânia-GO), Ceará Music (Fortaleza-CE), Pop Rock (Belo Horizonte-MG) e diversos outros  outros.
Teve duas músicas na trilha sonora da malhação: Ódio e Lama. Seus respectivos clipes, então, passaram muitas e muitas vezes em canais como MTV e Multishow. 





Não podemos esquecer, também, que Megh foi indicada ao Prêmio Multishow de "Melhor cantora" em 2008. Deixaram apenas um álbum, intitulado "Luxúria" e muitos fãs.

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“Da minha vida cuido eu”, lançado pela gravadora EMI Music, foi sem primeiro álbum solo. 12 faixas e dois clipes: Sofá emprestado e Ele Se Sente só. 
Pra mim essa mulher tem uma força na voz que arrepia.
Amo as letras, as interpretações, a musicalidade, a fotografia dos clipes... Tudo. Taí um show que eu ainda quero muito ir.
Porém, em 2009, ela decidiu se jogar na música novamente: agora em carreira solo e com influências em blue e jazz, além é claro do rock.





Em 2011 lançou seu segundo álbum, "Minha Mentg Está Em Seu Caos", pela Oversonic Music. O sucesso foi tanto que ela participou do Som Brasil (eu adorava esse programa, por sinal) sobre "Clube da Esquina", um movimento musical brasileiro entre as décadas de 60 e 70. Megh cantou músicas de Milton Nascimento (que até a elogiou). 



Meu clipe favorito dela. E uma das músicas que mais gosto e ouço em looping.

Outra coisa, também, é que pelo canal dela no youtube vocês podem conferir os álbuns inteiros e com qualidade. Acho o máximo disponibilizar músicas gratuitamente, para todos os fãs terem acesso. Além de site e youtube, ela compartilha seu trabalho pela página no facebook e Instagram.
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Bem, Megh Stock é uma das minhas respostas quando me dizem que no Brasil não existe música boa. E como ela canta em Na Hora:
 "Ninguém vai poder calar os meus gritos"

arte

Que tal colorir um pouco de música?

17:25

Imprima. Pinte. Compartilhe. 

Essa é a proposta do  Música para Colorir.
O projeto -que é colaborativo- consiste em disponibilizar online e gratuitamente ilustrações inspiradas no "universo musical" para impressão. As obras são doações de artistas dos mais diversos traços e influências. 
Crianças, adolescentes, adultos, idosos, extraterrestres, elfos, dinossauros: todos podem entrar na brincadeira! Basta soltar a criatividade e personalizar da forma que desejar os desenhos. Vale canetinha, giz de cera, colagens de jornal, tipografias... E todas as imagens são configuradas para o padrão A4.

knee socks - arctic monkeys 

your bridges are burning down - foo fighters

el desierto - lhasa de sela

simple twist of fate - bob dylan

Calm Like A Bomb - Rage Against The Machine


skin and bones - foo fighters 

Me identifiquei demais com isso tudo assim que li a primeira linha sobre. Bem, desenhar é uma das minhas paixões desde que me conheço por gente e a ideia de colorir o cinza do dia-a-dia me cativa muito. Que tal separar alguns minutos da tua rotina corrida e cansativa pra sentir novamente o sabor de infância? Ouvir uma música, se jogar no papel?

waiting for the sun - the doors

Idealizado e mantido pela arquiteta e designer paulista Polly Sjobon conta com jornalista Eduardo Nasi, também de SP, como coordenador geral e uma vasta lista de colaboradores. 

Gostou?
Então compartilha tua participação com a hashtag #musicaparacolorir! 
Me marca também, vou amar ver as artes ;-)
Até a próxima ♥

BC

BC ROTAROOTS: A primeira vez que eu ouvi minha banda favorita

17:29

texto escrito dia 13/07 e postado no dia 14/07 por motivos de: dormi.

Boa noite, minha gente. Tudo bem com vocês?
Quem entrou na internet hoje percebeu que todos os simpatizantes/amantes de um bom e velho rock n' roll está comemorando. É meus caros, dia 13 de julho é considerado o Dia Mundial do Rock. Sabe o motivo?

Nesse dia, em 1985, rolou um evento chamado Live Aid. O show foi simultâneo em Londres (UK) e na Filadélfia (US), e teve como objetivo arrecadar fundos para combater a fome na África. Contou com os mais influentes pensadores da música, e foi transmitido pela BBC para diversos países. 

Há quem diga que outras seriam mais significativas, como quando gravaram That's All Right (mama) na versão de Elvis Presley, considerado a  primeira "gravação de rock", em 5 de Julho de 1954. Porém, como qualquer outro feriado, a data é simbólica.

(via)
A ideia dessa blogagem coletiva era falar sobre nossas bandas favoritas nesse mês do rock, porém vou fazer um pouco diferente (algum problema, produção?). Sou péssima em escolher favoritos, então achei melhor falar sobre a primeira vez que ouvi rock, ou o que vaga sobre isso na minha memória. Por um tempo, morei numa casa nos fundos da minha vó. Nessa mesma época, por problemas pessoais, meu tio residiu conosco (tipo cortiço de graça :P). Confesso que me diverti demais na época, e hoje entendo melhor e admiro a união dessa cambada. E onde o rock entra nisso? Desde o útero da minha mãe convivo com música. Da parte dela, muita MPB. Com meu tio, iniciação ao  rock n' roll.
Minhas lembranças favoritas desse tempo são a de ver meu tio fuçando em computadores (ele sempre trabalhou com informática) e sentar ao sofá, ouvindo o álbum Admirável Chip Novo, da cantora baiana Pitty. Eu tinha meus 5 anos, mais ou menos. 
Pode parecer algo simples, mas é importantíssimo pra mim. Com o tempo passando, fui conhecendo mais bandas -incluindo uma noite que sentamos (minha mãe e eu) na frente do PC pra ela me mostrar bandas que ela ouvia (de Queen a Alice Coopper). Conheci, também, por mim mesma em diversas pesquisas e pelo em estado vegetativo Orkut. Mas nunca vou esquecer as horas cantando "pane no sistema alguém me desconfigurou", (pseudo) headbangeando. Nem, pelos 13 anos, cantar de cor e salteado como um hino "diga, quem você é me diga!" sofrendo pra acompanhar a parte em inglês. Além de pirar no clipe de teto de vidro, criar uma comunidade com um trecho da música temporal. Cantarolar "às vezes se eu me distraio, se eu não me vigio um instante, me transporto pra perto de você" com a imagem de uma das minhas primeiras paixonites em mente.


Eu vejo muita gente com vergonha de assumir curtir ou que já curtiu o som dela. Sinceramente, eu não ligo. Curto mesmo. Canto junto. E se duvidar, até danço. Pra mim, ela a estreia dela foi maravilhosa, com letras fortes e críticas que não criticam só por criticar, entende? Tem profundidade. E leveza também, dependendo. 
Muita coisa mudou em mim e ao meu redor nessa década, mas esse disco ainda me toca, achei mais que justo falar sobre nesse dia. That's all, folks!

ps.: confissão: aos 13 anos eu sonhava em ser cantora igual ela.
ps2.: confissão 2: aos 5 eu mexia no mouse do computador do meu tio, quando não tinha ninguém olhando.

BC

BCMusical: O amor está no ar (e a música também)

23:56

Faz tempo que quero participar das blogagens coletivas da Dani Moreno, mas não ando podendo tirar muitas fotos e a musical não estava ativa... Porém, a BCMusical voltou! *coro de anjos ft. coral de igreja americana*. E o tema? Ah, o amor! 
A primeira música que me veio foi Under Pressure, sem dúvidas. Desde ouvi (leia: li a tradução no letras.com ouvindo-a no vocêtubo) foi paixão a primeira vista! O que ela diz e como é dito, tudo ♥ 




Sou suspeita pra falar de Queen, e com o David Bowie... Só um BÁ bem gaúcho pra descrever.
Eu achava que essa música falava sobre estar sob pressão, mas hoje em dia ela me diz muito mais sobre amor, ou melhor, amar. Isso me lembra o que uma grande (nem tanto em estatura rs) amiga minha diz: amor vem de uma escolha. A partir do momento em que tu escolhe aceitar os defeitos de uma pessoa e conviver com eles, tu escolhe amar.
E, como cantam: 
"E o amor te desafia a se importar com
As pessoas no limite da noite
E o amor desafia você a mudar nosso modo de
Nos preocupar com nós mesmos"
E por isso o amor é uma palavra old fashioned, fora de moda. Cafona. Não há mais tempo pra isso, afinal: tempo é dinheiro. E perder grana é um crime, deve até estar na constituição. E demonstrar que se importa? Pfff, fraqueza. E quem quer se mostrar fraco? Ninguém. Pra que me dedicar se eu posso o trocar por outro, amanhã? Pfffff!
~
É um terror saber a que ponto o mundo chegou. A que ponto nós chegamos. Sinceramente, rezo pro amanha me animar, pois olha... porém, pensando bem e com toda a sinceridade, eu creio no amor. E estes últimos tempos estão sendo dias em que nunca chove, mas transborda. Não estou apaixonada etc (não por alguém), mas ando repleta de pensamentos sobre o amor. Ah, todas essas pessoas nas ruas... tão cheias de si e vazias sobre os outros. Dá vontade de gritar "me deixem sair!" durante muitas aulas, ônibus, supermercados.  
Preciso compartilhar que já me fechei demais. Me afastei de tudo isso, me fiz de cega. Sentei num muro pra ver -o pouco que eu não ignorava- de longe. Entretanto, não adiantou . Eu continuei sentindo, mesmo que com um sentimento um tanto surrado. Acho que com tanta pressão a insanidade está nos sorrindo. 
Depois de tudo isso, mesmo com vontade de chutar meu cérebro e me livrar desses pensamentos, eu me pergunto: não podemos dar a nós mesmos mais uma chance?
Sem nos limitarmos, sem nos preocuparmos com o que não é tão importante. Por que não podemos dar ao amor mais uma chance? Esquecendo as cobranças. Ou, simplesmente, como se fosse a nossa última dança:
Por que não podemos dar amor?


música

Perder para encontrar

02:23

Revisar o último post me fez perceber que escrevi, basicamente: criei o PERDENDO a censura para me ENCONTRAR. Me soou estranho,  pensei em apagar e "corrigir". Porém acabei gostando do resultado despercebido. In natura.
Ler umas 3 vezes o este título me fez lembrar aquelas imagens que nos perseguem desde o Orkut (que a google o tenha), com frases do tipo "Nunca diga que perdeu peso. Se perdeu, significa que você quer encontrar. Você se livra de peso." Sempre achei tosco esse tipo de coisa e agora ta me sendo útil... For the times they are a-changin'
Quando piá eu não conseguia dormir caso não encontrasse meu brinquedo -e ousaria dizer: amigo- preferido. Ai está uma relação entre perder e encontrar.
Contudo, tudo o que é perdido precisa ser encontrado?
Um dos significados de "encontrar", segundo o Dicionário Informal, é Deparar-se. Eu arriscaria dizer que, ao estar cara a cara com uma montanha, não basta só ter curiosidade de como é lá em cima, mas sim perder o medo. Perder para se livrar, por no lixo das insignificâncias que criamos. Ai está uma relação entre perder e se livrar.
Para encontrar uma abertura na porta da percepção (jim morrison passou por aqui), é necessário perder preceitos. E a pergunta que deixo, é: Tu estás disposto(a)?

"Oh I've finally decided my future lies 
Beyond the yellow brick road"




*Tema musical da minha madrugada de hoje.

música

A primeira vez a gente nunca esquece

12:52

Hoje vim falar sobre a minha primeira vez. Foi em 2011. Mais especificamente, em 05/11/2011. Aconteceu pouco depois de eu chegar de uma viagem até a capital (moro em uma pequena cidade litorânea, mas isso é pra outro post), junto com a turma da escola. Foi aqui em casa. No meu quarto. 

Na "ida a civilização", passamos em um shopping pra almoçarmos e termos uma hora de consumismo básico. Passei em uma livraria, e foi amor a primeira vista: eu e ele. Ele e eu. Trocamos olhares e eu, junto com minhas colegas da época, fomos dar uma volta. Depois, perto da hora de irmos embora, fui lá novamente e sim, ele estava lá me esperando: Nevermind. Nirvana. 
Depois de passarmos um tempinho na Bienal do Mercosul (motivo de sairmos da calmaria), pegamos o ônibus de volta. Eu estava ansiosa.
Ao chegar, cumprimentei rapidamente minha mãe e corri para o quarto. Estávamos sozinhos. Apenas ele e eu. Puxei meu "som" e o coloquei para tocar. Assim deu-se a primeira vez que ouvi meu primeiro disco. Eu tinha 13 anos e era uma aspirante a rockstar, fazendo shows imaginários por todo mundo.
Arrepios não faltaram na espinha.
Existe um abismo entre ouvir música e sentir música. Esse compact-disc me ensinou a segunda opção. O tempo me distanciou um pouco da música (desculpa para dizer: parei de sentir. voltei a ouvir).
Nesse verão senti falta da música, e adivinhem quem -como aos seus 13 anos- puxou o mesmo "som", procurou o mesmo cd -agora com a capa um tanto arranhada- e sentou-se ao lado para ouvir? 
Novamente, apenas eu e ele. Os mesmos arrepios. A mesma guria, porém agora com 16 anos. 

Quem abriu o facebook hoje pôde ver várias mensagens de "RIP Kurt Cobain", "We miss you Kurt" e derivados. É estranho, pra mim, dizer que sinto a falta de alguém que morreu  anos antes de eu nascer. Eu não sei o que eu sinto hoje. Realmente, não sei. I don't know, sorry. Porém, mesmo separados pelo tempo, a música me uniu a ele. Ou ao disco dele. Ou a música dele. Agora, eu só sei que preciso ensaiar para uma turnê pela sala e cozinha. Tchau.

música

Aquele dia tão... "Cachorro Grande - Que Loucura"

15:31

Ah, flutuar por aí, sem data ou local... Tem dias que essa é a única vontade. Sem dizer pra onde ou pra quê, apenas fechar os olhos e sentir o corpo no ar -ao som de uma boa música. Acreditem, isso é uma loucura!

Cachorro Grande é uma banda gaúcha -de Porto Alegre- formada em 1999.

Para mais detalhes, confiram o site oficial. Para saber de todas as novidades fresquinhas, sigam no twitter. 

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