textinho

Ê, saudade! - Voltando pra casa.

02:30

(via: Pexels)
  "I believe I've waited long enough
     Where do I begin?" 
- Walk, Foo Fighters.

      Uma vez, li em algum lugar da interwebz que a palavra "saudade" não tem tradução. Por mais que em inglês tenhamos "miss", para significar "sentir falta" e o "homesickness", para um "sentimento de tristeza por estar longe do lar", não haveria uma palavra sozinha que diga tanta coisa quanto saudade.
      Sentir saudade é sentir muito em sete letras: falta de casa, de gente, de bicho, de cheiro, de dengo. E seria exatamente dada por essa pluralidade de sentidos -e sentimentos-, a dificuldade na tradução.   

      Vou deixar a discussão lá pro pessoal de letras, o que importa aqui é: tô com saudade. E muita. E de tanta coisa... É normal isso? Meus últimos posts com frequência por aqui são de 2015. Estamos em 2017 e posso afirmar que minha vida mudou completamente. Tenho tanto pra contar pra vocês... Ai, que saudade de escrever por aqui. 
        Dá um friozinho na barriga, confesso. Um sensação de "não sei muito bem por onde começar...", mas já fui e voltei tantas vezes, né? E tudo vai se ajeitando.
       Por mais que pareça uma desculpa esfarrapada, eu não sei mais da onde tirar tempo: 24h é muito pouco pra um dia. Ah, não passei no vestibular, sabiam? Vou tentar novamente no final do ano e estou me preparando como se não houvesse amanhã. Entretanto, decidi arrumar um tempinho pra relaxar (e evitar surtos): quando eu puder, vou dar um pulinho aqui.
      Estou evitando cobranças: já me cobro muito, o tempo todo. Não vou prometer postagens semanais ou entrar em projetos que exijam muita Yasmin. É aquela coisa chamada prioridades. Só quero ter meu espacinho de novo, sabe? É saudade mesmo, não nego.
      Enfim: pode botar água no feijão que eu tô voltando!


Abraço de Fenícia pra vocês! ♥

cotidiano

Sobre #GrrrrlPower e trocar 6 por meia dúzia (e perder 10 reais no caminho)

02:22

(Via Pexels)
Boa noite, como vão as coisas?

Bem, dia 14 desse mês comecei uma nova fase: cursinho pré-vestibular.
As aulas são de noite, e o único problema se resume ao ônibus que só passa às 23h30. E que é a última linha. E que o cursinho vai até às 22h30.
Ficar uma hora esperando é geralmente só meio tedioso, mas hoje foi tenso: um cara de bicicleta, vestindo um casaco de moletom, nos abordou na parada:
"Eu não tô pedindo. " - ele dizia pausadamente, num tom de voz que deixava claro um "eu tô mandando ".
Ele começou a dizer que estava desde a manhã sem comer, que não tinha dinheiro etc. Só que a forma que cada palavra soava era calma e ameaçadora.

Detalhe: só tinham meninas na parada, naquele momento.

A maioria aqui usa cartão recarregável pra ônibus, eu vou com a grana da passagem na bolsa até o meu ficar pronto.
Ele foi mais direto, disse que nem estava muito acostumado a roubar, então tava pedindo. Sabe aquela história de "nunca reaja num assalto?" então, não eu levei isso a sério. Ele começou a dizer que nós não estávamos entendendo, e eu falei "Não tô mesmo, pode explicar!". Sabe o Simba dizendo ~eu rio na cara do pergo!~? não sejam ele. É perigoso, sério.

O cara respondeu algo como "quer mesmo que eu explique?" e ficou me encarando, olhando nos olhos. Eu, metida, fiquei encarando de volta.
Lembram do moletom que ele vestia? Então, durante todo esse tempo, a mão dele estava num dos bolsos. Simulando eu nao preciso nem dizer o quê, né?

Eu gelei profundamente, fiquei apavorada. Fazendo cara de séria. Morrendo de medo por dentro.
No final, ele "pediu" o dinheiro que eu tivesse comigo, acabei por entregar meus dez reais. Dez dilminhas que eu trabalhei pra conquistar, sabe? Eu não queria deixar ir pro mundo.
Não aconteceu nada, grazaDeus, porém podia. Se o cara fosse mais estressado, a minha cena de ~não tenho medo de nada~ podia ter custado bem mais caro. Mas a gente aprende errando, pelo que dizem.

Depois do ocorrido, fomos pra parada mais próxima, perto de um barzinho conhecido de uma amiga que estava junto. Chegando lá, encontramos mais uma colega, que perguntou o que houve. Combinamos na hora de ficarmos juntas, e irmos nessa outras mais movimentada.

Houveram casos de umas pessoas se finjindo de mendigo pra assaltar, numa praça ao fundo dessa segunda parada, de ônibus, por isso decidimos ir na que ficava em frente à uma iluminada informática (fechada, devido o horário) , perto de um mercado. Foi o clássico trocar 6 por meia dúzia, fugimos de caso pra cair em outro.

É uma sensação de impotência que nao dá pra definir.

Apareceu mais um homem, me asustei.  Era um artista de rua, fazendo ilusionismos e terminando a noite com muita simpatia. Deixou em aberto, quem quisesse poderia incentivar com moedas, trocados. Ah, e até nos ensinou uns truques! :)

O ônibus chegou, subimos. Pagaram minha passagem no cartão de uma delas. Logo, outra garota que ficou sabendo, e é da nossa turma, nos chamou pra perto, pra ver como estávamos. Ficou indignada como se fosse com ela.

Agora que já me acalmei, eu percebo como é bonito ver garotas se unindo, se protegendo. As palavras de preocupação, os "Te cuida, viu?" cada vez que uma descia.

Quando eu digo que empodeiramento é de mulher pra mulher, quero dizer isso: somos mais fortes juntas, por mais que tenhamos sido vulneráveis. Mas, no fundo: mecheu com uma, mecheu com todas.

E sobre aquele triste caso das duas moças que viajavam juntas e foram mortas: foi anunciado e comentado que elas estavam sozinhas, sendo que não! DUAS mulheres andando JUNTAS estão uma com a outra, não sozinhas.
Nós não estávamos sozinhas, estávamos juntas. Mas infelizmente, somos um "alvo fácil". Sinceramente, não sei o que é menos seguro: andar com dinheiro podendo ser roubada, ou só com o cartão do ônibus, correndo o risco do assaltante levar a mochila toda ou pior: se estressar e partir pra violência, como em tantos casos. Pela forma que  insistiu, ele queria levar qualquer coisa.

Pelo menos foi dinheiro, e não um de nós.

Obrigada por me fazerem acreditar, garotas. Se cuidem todos, vocês valem mais do que o que possuem.

textinho

Chove, chuva...

19:33

    

(via: pexels)

  Quando eu era criança, as tardes de chuva começavam tediosas e se tornavam poesia. Com as luzes apagadas, minha vó cantava: “Chove, chuva… Chove sem parar”. A voz dela era tão suave quanto água tocando a pele. Ficávamos debruçadas na janela, vendo as gotas tocarem as poças que formavam. Mesmo quando em silêncio, sua voz ecoava. Preenchia o tédio. Dava sutileza às sombras formadas pelo cinza do dia. E eu suspirava. Suspirava tão fundo, que aquela meia luz parecia suspirar de volta. E eu fechava os olhos, sentia a brisa fresquinha tocar meu rosto e colo, sentia um leve arrepio que logo era aquecido pela ternura da voz de minha vó, que fazia suas preces.
      E chovia… Sem parar.

arte

A Florigrafia - por Natália Viana e Rafaela Melo

13:52

(via Pexels)

A Florigrafia é um projeto que nasceu da amizade virtual de Natália, fotógrafa, e Rafaela, designer e ilustradora. Apaixonadas por flores e arte, tiveram a ideia de juntar o que mais gostam: foto, flor e ilustração.

“Como moramos em cidades diferentes, a Nat me envia a fotografia e eu faço o desenho inspirado na foto que ela me manda, ou vice versa. As ilustrações não vem de uma referência exata. Tanto pode ser uma pose normal, cotidiana… mas música também inspira.” (Rafaela Melo)

 “Com relação as fotos também não vem de uma referência exata, a gente cria de acordo com o que vem em nosso coração. Nossa inspiração vem da vida! É nossa sensibilidade e sintonia que está aí! Nos inspiramos em sentimentos bons, em delicadezas, e é isso que passamos para as pessoas através do nosso trabalho. Na maioria das vezes  não decidimos juntas como será o desenho ou foto do dia, simplesmente fazemos. E é difícil explicar algo que só conseguimos sentir. O nome do projeto veio da hashtag (#florigrafias) que fiz no Instagram para marcar minhas fotografias floridas. ” (Natália Viana) (fonte)

Você pode acompanhar o trabalho das duas pelo Instagram, onde tudo começou.
































E mais uma:



Quanto amor e delicadeza em cada foto ♥
Curtiram? Então não deixem de acompanhar #aFlorigrafia!
Beijocxs

arte

RESENHA: Exorcismos, amores e uma dose de blues - por Eric Novello

13:45

Lá estava eu, vagando pelas fotinhas de piscina e animais fofos do instagram, quando me deparei com alguém que não me lembro quem postando uma foto com esse livro:


Um título que só tem coisas interessantes não poderia acomodar uma história ruim, pensei.

E olha, acertei em cheio. Na mosca.

 A história se passa em Libertá, cidade onde o protagonista Tiago Boanerges  -um mago capaz de exorcizar oníricos vindos do mundo dos sonhos- vive. Este, viu sua vida quase se perder ao falhar numa missão: um amor lhe custara o emprego, dignidade e por pouco, a vida. Entretanto, tempos depois, surgiu de seu ex chefe uma nova oportunidade: terminar o "trabalho" e, como recompensa, ter de volta sua vaga. De volta ao jogo, Tiago precisa exorcizar os próprios demônios e enfrentar um passado que lhe deixou cicatrizes. Ao som de muito blues, é claro. Numa atmosfera noir de tirar o fôlego.

 "Levar um tiro o redime do passado, apertar o gatilho o condena para sempre." 

Em resumo, o que posso dizer é: intenso, esse livro daqueles que a gente fica repetindo pra si mesma(o): "só mais uma página", enquanto devora capítulos. Tiago é envolvente, sarcástico, divertido. E os personagens ao seu redor tem personalidades tão marcantes que inspiram. 
Daquelas leituras que não se sente, me senti vivendo em Libertá por alguns dias.
Confesso que senti um aperto ao ler "última parte". Uma mistura de sentimentos: por um lado, louca pra saber o final. Por outro, não querendo acabar com o vínculo que criei com os personagens. Esse tipo de sentimento é o melhor termômetro para saber se uma história é realmente boa.
O final foi como a última colherada de negrinho (vulgo brigadeiro para outros estados) ou branquinho (vocês chamam de beijinho, né?) da panela: com um gostinho de quero mais. Muito mais.

ALERTA DE SPOILERS. SE A SUA PESSOA JÁ SE DELICIOU COM A LEITURA, SELECIONE O TEXTO A SEGUIR (TÁ ESCRITO EM BRANCO, ESCONDIDINHO, PRA DEPOIS NINGUÉM FICAR MAGOADO COMIGO. OK? OK.)

Julia é inteligente e bem-humarada, amei ela, sério. Foi a minha personagem "quero ser" da trama. “Hipsters zumbis” foi uma das sacadas que me fez rir loucamente. E uma coisa meio bizarra: tinha comentado com um amigo que eu tenho curiosidade sobre jogar como necromante nos rpgs de mesa da vida. Coincidência, né?
O jardineiro, com toda aquela influência lagarta-Alice-no-país-das-maravilhas foi aquele personagem enigmático que me deixou curiosa. Queria saber mais sobre el@.
Sobre Tiago... Nem preciso dizer que foi a minha paixonite literária dessa vez, né? Sempre me apego aos personagens mais problemáticos. E ele é simplesmente genial!
Talvez eu tenha shipado ele com a Ju. Talvez... Só talvez. 
E a musa, gente que personagem bem construída! Aplaudindo de pé o senhorito Novello. Tudo que ela representa, sabe?  "Ela é praticamente uma força da natureza", como disse o próprio Boanerges. 
O Entremudos, o Yume... Todos esse reflexos. Foi extremamente imersivo. 
“Oh my fucking Zeus, Oyster! It’s amazing!"
Ah, e "mais do que um palpite e menos do que uma certeza" entrou para o meu vocabulário.
"Quanto tempo dura o eterno?"
"Novas regras pedem novas exceções."
Tanta coisa que grifei. 

Primeira obra que leio do Eric Novello, e com certeza não será a última. Coloquei outros títulos na minha lista mental de leitura.


Enfim, um livro maduro, não é literatura para crianças. É para quem deseja se aventurar, perdendo-se entre exorcismos, amores e uma dose generosa -e alucinante- de blues. 

comportamento

"Siga seu coração"

16:51

(via)

É, talvez, o conselho mais dado. De Jedis à amigos próximos, ouvimos que seguir este órgão pulsante é a forma mais bela de se viver.
Mas afinal, o que é seguir o coração?
Como saber o que ele diz?
Tantas vozes, tantas opções.
Qual caminho indica?
Tantas placas, tantas setas.
Em qual coordenada confiar?
Tantas longitudes, tantas altitudes.
Qual farol ilumina este mar?

Eu sempre acreditei que, quando fosse necessário, meu coração me apontaria o norte. Porém e o Sul? O Leste? Oeste? Sudeste?
Descobri que podem existir tantos pontos cardinais quanto sal no mar -aquele, revolto, onde o farol está perdido, numa suposta terra firme que todos confirmam existir. Entretanto, ela não consta nos mapas.

E por qual motivo esta terra, a qual todos procuram, nunca fora mapeada?

Primeiro, por ela não ser um lugar estático: pode mudar com o tempo.
Segundo, por ela não ser igual para todos. Cada um pode encontrar sua própria localização.
Terceiro, por ela não existir.
Nós a criamos.
Ela só existe para quem a faz existir.

Eu diria que é nesta terra que vivem nossos sonhos mais profundos -aqueles que não contamos nem para o nosso reflexo na poça d'agua.
E nossos medos.
E nossas vergonhas.
E nossas angústias.
E nosso eu.

Essa terra está dentro de nós.
Seguir nosso coração é ouvir nosso próprio corpo, é medir nossa própria respiração.
É conhecer o que nos brilha os olhos e o que nos tira um riso bobo.
É saber quem somos, respeitar de onde viemos.

Esse texto começou com uma conversa que tive com um grande amigo meu, e terminou com outra conversa que tive com outro grande amigo meu, que por sinal, me perguntou se ele deveria ser movido pela razão ou pela sentimentalidade.

Então, meu amigo, como me disseram e esses dias eu te disse:  para o cérebro o coração sempre estará errado, afinal ele age por impulso. E sim, o coração erra: mas é errando que ele amadurece.
E te digo mais:
É colocando o dedo na tomada que a gente aprende que leva choque, sabe?
Porém a gente não aprende a voar mantendo os pés no chão sempre.
Meu amigo, meu amigo... Se a gente aposta, a gente pode sim perder. Mas pode ganhar, também. E, seja qual for o resultado, a gente sempre sai vencedor: experiência, aprendizado, história pra contar...
Tá com medo? Sinto ter que ser tão sincera contigo, mas o medo nunca passa. Ele está sempre presente, de alguma forma. Ficar esperando "não ter medo" para fazer algo é o mesmo que esperar que o vento não balance as árvores para então pegar as frutas. Então, meu amigo, vai com medo mesmo. No caminho tu acaba esquecendo dele, ou dando menos importância.
Esse é nosso último ano de ensino médio. Já parou pra pensar nisso? Já parou pra pensar no que tu tem feito para tornar este o último e melhor ano de escola?
Meu amigo, para de deixar pra amanhã tendo um hoje com tantas possibilidades esperando uma simples atitude.
Encontra tua terra, teu porto seguro: te encontra. E, em ti, tu terá as respostas. Tuas respostas.
E, acredita em mim, vai ficar tudo bem. E tu não está sozinho. Te vejo na aula, ok?

cotidiano

Resumo dos últimos tempos: deu lag (mas agora ta tudo de boinhas)

17:53

Boa noite galerê, tudo bem?

Tenho algumas satisfações a dar: meu novo sumiço, beda... Bem, me explicarei em outro post, hoje vim dividir com vocês meu feriadão da independência e a semaninha. Beleza? Beleza.

Eu resumiria a sexta-feira em: filmes 
Assisti A Invenção de Hugo Cabret e não quero comentar muito agora pra não correr o risco de spoilers, mas gente esse filme é muito amor ♥ Se você, como eu, é apaixonado(a) por história do cinema e enfins, certeza de que vai gostar tanto quanto eu. 
(via)

Além de Hugo Cabret, criei vergonha na cara e assisti As Vantagens de Ser Invisível. Preciso admitir que o que me levou a não ter assistido ainda, foi um preconceito bobo... Achei que seria um filme fraco e clichê por se tratar de adolescentes. 
Gente, tudo que posso dizer por agora é: chorei. Chorei e não nego. O filme me surpreendeu muito positivamente e mexeu comigo (até tweetei sobre).
Best dance EVER (via)

Sabadinho teve mais filme: revi Sociedade dos Poetas Mortos, que por sua vez, é aquele tipo de filme que me faz sentir viva demais. A única tristeza é lembrar que nosso queridíssimo Robin Williams não está mais entre nós... Pelo menos ficaram seus personagens e suas respectivas mensagens.

Continuando:
SO-ZI-NHA. E deu certo. Ou pelo menos minha mãe aprovou...
No menu estava: arroz integral embatatado, abobrinha cozida ao vapor da felicidade e, claro, feijoada vegetariana.
Quando estou na cozinha costumo dar preferência pra produtos sem nenhuma origem animal (vegans) e naturais (chega de produtos prontos cheios de sódio). E passo horas picando temperos ao som de playlists e na companhia de Ozzy dog.

Domingo: dia de passear com o doguinho.
Minha mãe me acordou de manhã dizendo: o dia está lindo, vamos até a praia com o ozzy? (isso ficou meio sessão da tarde, mas ok).
Me arrumei e fomos.
Pensem num cachorro felizão! Sério, dava vontade de sair dançando na rua pra acompanhar a animação dele. Infelizmente as fotos não ficaram das melhores, mas assim que eu lembrar de pedir o cartão de memória dela eu posto alguma.
Ah, já ia esquecendo: eu estava lendo uma lista de filmes nacionais e me deparei com Nina.
Eu assisti Nina quando eu era bem mais nova, numa madrugada da Globo, na época que eu ficava escondida vendo, na minha opinião, os melhores filmes que a emissora passa: Corujão. Infelizmente, na época eu não pensava em anotar os nomes do filmes, então acho um ou outro por acaso, como ocorreu domingo. Tem Nina no youtube (qualidade não muito boa, porém "assistível") e foi muito louco rever e lembrar das cenas que me marcaram com 12 anos e me chamara a atenção agora, com 17.
(via)

Segunda-feira: É aqui que dá merda.
Simplesmente acordei com muita dor nos olhos e sem conseguir mantê-los abertos. E lagrimejando muito. Sério, tava chovendo nos meus olhos. Chovendo dor e desespero. #DramaQueenModeOn
Sinceramente, não sou dramática pra questões de saúde, sempre acho que "daqui a pouco passa". Porém dessa vez foi diferente, coloquei a primeira roupa que vi (digo, que tentei ver) e pedi pra minha vó me salvar, pois mãe estava trabalhando.
Vó, como sempre um anjo da guarda, me deu comida (nessa confusão eu nem tinha pensado em comer ainda) e fomos lá.
Chegamos pelas 12h45. Fui atendida às 15hrs. O que dizer sobre ter apenas um médico no posto da cidade? Ótima forma de comemorar o 7 de Setembro.
O doutor foi muito gentil (sério, alguém da um abraço nele por mim?) e, depois de passar um fucking colírio que não pode ser receitado por ser muito hardcore, saí de lá outra pessoa.
Consegui ver minha situação no espelho, e era o seguinte:
Porém sem tanto sorriso (via)
O resto da semana não teve nada de muito emocionante.
Terça eu ainda estava debilitada, fiquei em casa.
Minha escola está em greve (pela primeira vez em sua história), porém alguns professores decidiram dar aula (ou ficar menos tempo do que estava previsto). Então, tenho muitos períodos vagos e alguns com matéria, basicamente.
Quarta assistimos O Clube do Imperador durante a aula de geografia. Agora pouco vi a parte que não tivemos tempo, e é um ótimo filme. Fiquei lembrando da época que eu estava certa de que seria professora de história de ensino médio...
(via)
O resto da semana se passou tranquilo e sem muito o que comentar.
Quinta e Sexta maratonei os três primeiros Episódios de Star Wars: A Ameaça Fantasma, Ataque dos Clones e A Vingança dos Sith. Só meus amigos pra me aturarem falando sobre a força ou sobre como seria Anakin treinado por Qui-Gon o tempo todo. 

(via)
Li umas coisas bem legais também, porém este post já está muito longo. 
Evitei comentar muito os filmes pois pretendo fazer umas resenhas..

Considerações finais:

Sobre Pokemon Go:Onde moro alaga tanto quando chove que eu me tornaria uma treinadora de pokes do tipo água na primeira poça.
Posted by Yasmin Meyer on Thursday, 10 September 2015

Até a próxima, galera!

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