BEDA

Você já ouviu falar da iniciativa BEDA? #BEDA2

15:45

Boa tarde, amiguinhos! Tudo tranquilo?
Vocês devem ter visto algo referente ao VEDA (Vlog Every Day August), mas caso tenham passado os últimos 3 dias em Saturno ou Júpter: VEDA é basicamente gravar/postar um vídeo por dia. Vários youtubers aderiram e ta sendo bem legal! ☺

Até que a galera lynda do RotaRoots, grupo de blogueiros(as) Old School por uma blogosfera com mais amor ♥ Fizeram uma lyndeza: Criaram o BEDA, ou seja, Blog Every Day August.

"Ah, mas por que logo agosto?"
Gente, nesse mês fabuloso temos o Blog Day. Why? Because se analisarmos a data 31/08 com olhar de pessoal de Humanas e não apenas como números de Exatas, perceberemos que lembra a escrita de BLOG:

Viram?  Imagem feita pela Vic do Borboletando
Então gente, #VaiTerBEDAsim!
Sou atrapalhada? Sim.
Pode ser que eu esqueça? Claro.
Vou tentar com muito carinho no coração? Certamente.

Então, fiquem ligados, que teremos novidades! (quem sabe até em vídeo...)



BEDA

"Hey! Criei um blog, não conta pra niguém :3" #BEDA1

04:20

Era isso que tava escrito num bilhetinho que coloquei na mesa de uma amiga, no ensino fundamental. Pela sexta ou sétima série. E essa amiga foi escolhida a dedo para guardar o grande segrego. Mas afinal... Qual segredo?

"Eu não faço a menor ideia do que eu to fazendo aqui."
O post de hoje é basicamente sobre duas coisas: O que me leva a criar blogs e o me leva a desistir deles. Ou pelo menos era pra ser só sobre isso.

Eu disse o que me leva a criar um blog pois cada vez que decido começar um "projeto" eu desejo que dê certo e que seja O meu cantinho na interwebz. E desistir dele por eu já ter tido vários outros antes desse aqui.

A primeira vez que criei vergonha na cara um blog foi pra falar de anime. Mais especificativamente, sobre Cavaleiros do Zodíaco (já vimos aqui o quanto gosto dessa obra de Masami Kurumada). Seria uma fucking Wiki sobre cada personagem, com perfil psicológico, curiosidades, técnicas, história... Porém achei que não seria bom o suficiente e depois de duas postagens decretei luto oficial. Depois criei outros, cada um partindo de um momento: quando virei vegetariana, quando estava me sentindo chateada etc. Todos foram deixando de existir na medida em que eu não acreditava neles. E além disso, havia uma vilã com a qual travo batalhas épicas desde a infância: a timidez. Às vezes eu venço, muitas vezes ela me vence. Tem horas que sinto vergonha até de admitir que sinto vergonha. Tem dias que danço sozinha no meio da rua.
Posso dizer que a cada perda eu a observo e aprendo seu jogo, o que me ajuda a enfrentá-la o mais próximo de "igual pra igual". 
Posso dizer, também, que atualmente nossas guerras se resumem em discussões, e que eu estou aprendendo a argumentar de forma convincente com ela.
Mas não posso dizer que eu a derrotei por completo. Ela tem muitos aliados: medo, insegurança, ansiedade... E acreditem, ela é um Boss que não desiste fácil. 

Eu me empolgo muito facilmente.
 E perco a animação com a mesma facilidade.

Em contrapartida, sempre gostei de me expressar: escrever, desenhar, falar... Pode parecer estranho, mas eu gosto muito disso, apensar do que afirmei acima. Logo, na blogosfera, achei uma voz que eu não tinha. Ou que eu não sabia que tinha. Ou que eu não tinha coragem de ter. 

Acho que só quem já teve um blog sabe como a nossa visão de mundo muda: vejo um filme e logo penso: vou resenhar. Estou andando na rua e vejo alguma coisa que me revolta: preciso criar uma postagem. Leio algo interessante: indicarei lá no blog. É algo automático. Faz parte da minha rotina e de mim.

Ou seja: eu tenho vergonha de blogar. Mais profundamente: eu tenho vergonha que leiam meu blog. Entretanto, sonho alcançar muita gente pela internet. Vocês conseguem entender a bagunça que passa pela minha cabeça? Me sinto a Riley de Divertida Mente.


Pode parecer mimimi... E talvez até seja. Ninguém é de ferro.

Quando eu quero resolver algum problema eu busco a causa dele: gosto da solução direta. E essa timidez toda é relacionada com minha falta de segurança com o que faço. Se eu ilustro, acho que alguém faz melhor, e prefiro não compartilhar. Se eu faço uma poesia, ela é simples demais. E aqui, claro, não é diferente: sempre vejo algo mais interessante e desanimo. Só que agora eu meio que percebi que escrevo pra mim, antes de qualquer coisa: escrevo minhas verdades, meus instantes. Então, por ser tão pessoal, isso tudo aqui é único, é meu. 

O layout não é tão legal quanto eu queria? Aos poucos vou testando novas identidades visuais. 
A resolução das imagens não é a ideal? Vou atualizando-as.
Não tenho um logotipo que dure uma semana? Continuo tentando achar algo que eu realmente goste.
Não tenho tanta frequência por aqui? Paciência. É difícil conciliar terceiro ano e vida.
Eu não posso desistir. 
Eu preciso acreditar mais em mim. 
E acreditar mais no meu blog.


 
Passinho por passinho vou aprendendo a lidar com isso, tá?

 Vocês sabem que eu não gosto de deixar um post com carinha de triste... Então decidi usar gifs de Divertida Mente pra por um pouco de cor e, principalmente, porque me identifiquei com o filme. E #VaiTerResenha. Beijocas.

,

comportamento

Enruivar ou não, eis a questão? (E filosofia da tela em branco)

02:30


Boa madrugada.
Já ouvi que o certo é nós, gurias-garotas-mulheres, sermos naturais: maquiagem só em datas específicas (e discreta), cabelos no tom original. 
Sinceramente, eu acho que muitas vezes esses conceitos de "certo" e "errado" são criados por nós mesmo pra nos limitar: a menos que x ação interfira no bem-estar do outro, é muito complicado delimitar o que é bom e ruim. Tudo é muito relativo. Todos somos muito relativos. Não somos pontos e retas num plano cartesiano, somos rabiscos desenhados a lápis no papel de pão. Variados, instáveis, tantos. E de tantas formas. Como diria Gessinger: "Há tantos quadros na parede/Há tantas formas de se ver o mesmo quadro".

Okay, mas o que isso tem a ver com Enruivar e o que é a filosofia da tela em branco?

Eu nos vejo como telas em branco.
Telas, dessas de quadro, sabe? Completamente sem nenhuma cor ou textura. Nus em pelos e peles.
E cabe a nós mesmo decidirmos como esta será pintada, desenhada, colorida. Quais formas, relevos, como serão as pinceladas que daremos. É por essa tela que exteriorizamos quem somos, mudamos-a de acordo com mudanças interiores. 
Minha tela pode ser mais suave, com tons claros e leves. Ou mais dramática, com traços bem marcados e cores que gritam. Pode ser mais realística, mais fantasiosa. Posso modificá-la por inteiro ou deixá-la mais in natura. É a MINHA tela. É como sou, é consequência de quem sou.
Posso pintá-la de branco novamente e recomeçar a qualquer momento. Posso cuidar dela todos os dias ou deixar que o tempo o faça. É a minha, somente minha, tela. 

(via)
Talvez por influência de muitos animes e de muita internet desde piá, comecei a azular meu cabelo pelos 13-14 anos. Variei pouco desde então, passando por cerca de uns 50 de tons de azul. Mas esse texto não é sobre minha trajetória capilar e sim sobre quando chega a hora de mudar. Passei todos esses anos me traduzindo nessa cor.  Pode parecer futilidade, mas lembre-se: é a minha tela. 
Sempre fui muito fã de personagens ruivas(os), sempre achei que o vermelhão tem uma força enorme (tanto que não tiro dos lábios). Ainda não to completamente certa, fico meio insegura: e se não ficar legal? E se demorar pra sair? E se eu sentir falta do blue? Nem me reconheço! Poxa, é só um cabelo, se não der certo mudo de novo. E de novo. E se eu perceber que o que me faz é a cor do mar, volto a ser sereia. Mas ficar parada não dá, né? 
Mudar por dentro exige mudar por fora.

Minha inspiração ruivística. Olha que poder! (via)
Continua no próximo episódio.

arte

Curta da semana: "GIFT" — Uma mensagem chocante em 4 minutos!

17:51


via

Só assistam.


Assistiu? Sim? Todinho? Então pode ler o resto: spoiler alert
Essa produção, pra mim, foi tipo clube de **** (não posso quebrar as duas primeiras regras, desculpa): pra assistir mais de uma vez. Mas de duas. Mais de três. E ir prestando atenção em cada detalhe, pensando: "como eu não percebi isso antes?"
Preciso admitir que chorei iguai uma criancinha de quem tiraram o algodão doce no final. E que animais são um dos meus pontos fracos. E que essa ruivinha é uma das poucas crianças que achei fofas e apertáveis e nhóins. 
E, principalmente, que fiquei fascinada pela sensibilidade e força desse vídeo. Tanto que não sabia o que dizer, apenas sentir. rs


O curta dessa semana foi publicado pela DeadLens Pictures, produtora lá de Budapeste, capital da Hungria. 

 Mas e aí, já ouviu falar de Posse Responsável? 
Ter um bichinho vai além da fofura que os compilados de vídeos de filhotes mostram. Vai ter cabo mordido? Vai! E se reclamar terá xixi nos lençóis. 
Vacinas, $$$, alimentação, castração, espaço, tempo, dedicação: entre muito mais, para ter um fiel companheiro com responsabilidade deve-se analisar tu-di-nho antes de se deixar levar por um olhar alá gato de botas. 
Ah, e é sempre bom lembrar que filhote não é brinquedo para dar de natal, aniversário, dia das crianças... É, antes de tudo, uma vida que está nas tuas mãos. 

Alguns artigos interessantes sobre o assunto:

Não pode ou prefere não ter pets? Lembre-se da ONGs que trabalham para protegê-los e que precisam de ajuda! Ração, medicamentos, material de limpeza, divulgação ou até um domingo livre! Pesquise na sua região e sinta a alegria de ajudar nesse trabalho de formiguinha, onde cada um fazendo um pouco obtêm-se um baita resultado. 

Então, vocês têm mais dicas? O que acharam do curta? Não deixem de comentar ;)
Era pra ter saído na sexta... Mas esqueci de deixar programado. Sorry

comportamento

Ontem um cara me ofereceu um cigarro.

21:42

(via) Violet, de American Horror Story: Murder House
Indaguei mentalmente: não tenho idade pra isso! 
Fiz 17 anos no verão, por mais que eu me esqueça disso. Mas lembro, como se fosse ontem, do primeiro cigarro que me ofereceram: eu tinha 15. Na verdade, nunca me ofereceram realmente, mas imagino como se fosse. Ou, talvez, eu tenha desejado tanto que me oferecessem que criei isso como verdade. Será que, naquelas primeiras semanas de ensino médio, eu teria aceito? Como eu reagiria? Me sentiria muito inexperiente? Lembro que pensei em pedir emprestado um isqueiro e um maço. Porém tive receio de que minha inexperiência me levasse a gafes como a de tossir, enquanto para os outros a fumaça fazia parte do que eles eram. Desejei a despreocupação consigo mesmos e a rebeldia a cada tragada. Eles eram o grupo que a pré-adolescente que fui sonhou em conhecer ao chegar na adolescência. Me senti tão… Jovem. Como os jovens dos filmes que assistia. Não como as Team Leaders, mas como os alheios a tudo e todos, os amantes de um bom de velho rock n’ roll. Foi como se eu tivesse deixado de ser criança no momento em que passei um recreio de 15 minutos em meio ao grupo de fumantes.



Nunca traguei. Nunca pedi um cigarro sequer. Nunca mais esperei que me oferecessem fogo. Aprendi que minha liberdade não precisa ser movida pela fumaça. Percebi que eles não eram tão interessantes assim e que havia uma melancolia vazia em seus olhares. Entendi que minha maturidade não se dá em agir como nos filmes que vejo e sim ao autoconhecimento e minha forma de lidar com meu meio.

E não aceitei o cigarro.

cinema

Curta da semana: LATTE MOTION, uma história de amor cafeinada!

17:11

Boa noite amiguinhos. Tudo bem com vocês?

Começando agorinha mesmo, toda sexta-feira será dia de CURTA-METRAGEM, baby!



E pra começar bem essa nova categoria, que tal uma boa xícara de café?


Antes de irmos ao curta em si, já ouviu falar de Latte Art?
Também conhecida como Coffee Art, é a arte de ilustrar cafés expressos usando leite vaporizado, pó de café etc. Dizem que a origem desses desenhos foi em cafeterias no Japão, mas que logo virou febre: chegando aos baristas (profissionais especializados nesta bebida divina) europeus e até aqui, no Brasil.

"Latte Motion" foi criado em stop motion (sequência de imagens que simula um movimento) pela marca japonesa de alimentos Maxim Stick, da empresa Ajinomoto. Eles trabalham com sachês de chás e cafés de diversos sabores e apostaram num comercial um tanto inusitado. 
Os desenhos são feitos com Stencil, técnica onde estampa é produzida a partir de um "molde". 
O que temos a seguir é simplesmente a primeira animação de Latte Art, onde foram utilizadas cerca de 1.000 xícaras! 


Ficou curioso(a) sobre a produção? Segue o Making of:




Latte warms the world
♥

arte

Que tal colorir um pouco de música?

17:25

Imprima. Pinte. Compartilhe. 

Essa é a proposta do  Música para Colorir.
O projeto -que é colaborativo- consiste em disponibilizar online e gratuitamente ilustrações inspiradas no "universo musical" para impressão. As obras são doações de artistas dos mais diversos traços e influências. 
Crianças, adolescentes, adultos, idosos, extraterrestres, elfos, dinossauros: todos podem entrar na brincadeira! Basta soltar a criatividade e personalizar da forma que desejar os desenhos. Vale canetinha, giz de cera, colagens de jornal, tipografias... E todas as imagens são configuradas para o padrão A4.

knee socks - arctic monkeys 

your bridges are burning down - foo fighters

el desierto - lhasa de sela

simple twist of fate - bob dylan

Calm Like A Bomb - Rage Against The Machine


skin and bones - foo fighters 

Me identifiquei demais com isso tudo assim que li a primeira linha sobre. Bem, desenhar é uma das minhas paixões desde que me conheço por gente e a ideia de colorir o cinza do dia-a-dia me cativa muito. Que tal separar alguns minutos da tua rotina corrida e cansativa pra sentir novamente o sabor de infância? Ouvir uma música, se jogar no papel?

waiting for the sun - the doors

Idealizado e mantido pela arquiteta e designer paulista Polly Sjobon conta com jornalista Eduardo Nasi, também de SP, como coordenador geral e uma vasta lista de colaboradores. 

Gostou?
Então compartilha tua participação com a hashtag #musicaparacolorir! 
Me marca também, vou amar ver as artes ;-)
Até a próxima ♥

Instagram

Like us on Facebook